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Dia do consumidor: vendas online crescem 18% pós-covid19

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As vendas online da semana que marcou o Dia do Consumidor cresceram 18% na comparação com 2019, para R$ 1,41 bilhão, informou nesta sexta-feira a Ebit|Nielsen, empresa referência em análises do comércio eletrônico no Brasil.
 
O que chamou atenção foi o movimento semanal de consumidores que aproveitaram os descontos para fazer compras de produtos para se preparar à crise gerada pelo novo coronavírus.
 
Na comparação do período do Dia do Consumidor deste ano (9 a 15 de março) contra o anterior (2 a 8 de março), as maiores vendas foram registradas em Alimentos e Bebidas, com alta de 33%, Eletrônicos (+30%) e Eletrodomésticos (+24%).
 
“A alta em relação a 2019 foi bastante expressiva. E percebemos que os consumidores usaram os descontos se preparar para a vida mais restritiva imposta pelo novo coronavírus”, afirmou o diretor de atendimento ao varejo e e-commerce da Nielsen Brasil, Roberto Butragueño.
 
Por exemplo, o pico de vendas ocorreu em 12 de março, quando se registrou o montante de R$ 229 milhões, um dia depois da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar pandemia global pelo novo coronavírus.
 
Nesse sentido, as principais categorias por número de pedidos foram Eletrodomésticos (+22%), Eletrônicos (+22%), Alimentos e Bebidas (+19%), Saúde (+18%) e Perfumaria (+18%). “Essa busca por alimentos e objetos de saúde e perfumaria mostram bem essa começo de corrida gerada pelos casos da doença”, explicou Butragueño.
 
Já o crescimento das vendas na comparação anual foi impulsionado pelas categorias de Eletrodomésticos e Telefonia & Celulares. Em relação ao número de pedidos, as categorias mais buscadas foram Moda & Acessórios, Casa & Decoração e também Eletrodomésticos.
 
Os números de pedidos totalizaram 3,241 milhões, alta de 8% contra 2019. Já o ticket médio cresceu 9%, para R$ 436, resultado do valor mais alto de Eletrodomésticos e de Telefones Celulares.
 
Em relação ao pagamento, de acordo com a Ebit|Nielsen,a opção mais utilizada foi cartão de crédito, com 59% dos pedidos, e boleto bancário, com 21%. Os pagamentos à vista representaram 53%.
 
* Imagem reprodução | Fonte Mercado e Consumo
Última modificação emTerça, 24 Março 2020 12:21
Redação - Portal Prevenir Perdas

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